SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA RECEBE JUSTIÇA DO TRABALHO

As populações de São Gabriel da Cachoeira, Envira e Manicoré vão receber o atendimento do programa de audiências itinerantes da Justiça do Trabalho a partir desta segunda-feira (14). Os três municípios não possuem Vara do Trabalho em suas sedes, por isso, servidores do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região estarão nas cidades para receber reclamações trabalhistas, promover audiências e tirar dúvidas sobre os direitos do trabalhador.

 

No município de São Gabriel da Cachoeira o atendimento será realizado por servidores da Vara do Trabalho de Presidente Figueiredo, e começa nesta quarta-feira (16) e prossegue até o dia 30 de julho. Estão programadas para serem realizadas 275 audiências, além de tomadas de reclamações, cumprimento de mandados judiciais e outros esclarecimentos para a população. Os interessados devem comparecer, a partir das 9h, no prédio do INSS, localizado na Av. 31 de Março, s/n, Centro. A juíza titular da Vara do Trabalho de Presidente Figueiredo, Joicilene Jerônimo Portela Freire, vai conduzir as audiências em São Gabriel da Cachoeira.

 

A população pode utilizar a Justiça do Trabalho Itinerante para realizar o ajuizamento de ação trabalhista, buscando o recebimento de quaisquer verbas de natureza trabalhista ou previdenciária, decorrentes de prestação de serviços nos moldes da CLT.  As audiências itinerantes são divididas em duas fases: tomada de reclamações trabalhistas e audiências.

Para ser atendido não é obrigatório estar acompanhado de advogado. Basta apresentar um documento de identificação, como por exemplo a carteira de trabalho, carteira de identidade e CPF (original e cópia), bem como levar dados do reclamado (nome, endereço) e a documentação referente ao que está reclamando.

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FIBEA Manaus 2010

Empreendedores indígenas têm encontro marcado.

Nos dias 21 e 22 de setembro, o Palacete Provincial sediará a quarta edição da Conferência FIBEA (Fostering Indigenous Business & Entrepreneurship in Americas) – Empreendedorismo Indígena nas Américas. O local servirá de ponto de encontro de empresários indígenas e não indígenas, líderes, acadêmicos, formuladores de políticas públicas e formadores de opinião.

Para o idealizador e diretor da Conferência, Prof. Dr. Raul Gouvêa, da Universidade do Novo México, a FIBEA irá oportunizar a troca de informações e estratégias com foco na sustentabilidade. “Temos que oferecer às comunidades indígenas meios sustentáveis para o desenvolvimento. Os indígenas hoje estão menos dependentes e mais empreendedores”, ressalta ao lembrar que, na Austrália e Nova Zelândia, empreendimentos indígenas correspondem a um quarto setor econômico.

Ecoturismo indígena, mineração em terras indígenas, comercialização e marketing de produtos indígenas são alguns dos temas que serão discutidos em painéis, ao longo dos dois de evento. Além de apresentação de relatos de experiências realizadas no Brasil – pela Secretaria para os Povos Indígenas do Amazonas (Seind), Universidade do Estado do Amazonas, Universidade Federal Fluminense, e de outros países como Cingapura, Turquia, Estados Unidos, índia, Filipinas e Rússia.

Sobre a FIBEA

A primeira edição da FIBEA ocorreu em 2006 na cidade de Albuquerque, no estado do Novo México (EUA), e reuniu grupos indígenas da Oceania, América do Norte e do Sul. No ano seguinte, o evento foi realizado em Acoma Pueblo, no mesmo Estado. Já em 2008, com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Fundação Getúlio Vargas (FGV), Companhia Vale do Rio Doce e Caixa Econômica, aconteceu no Brasil, na cidade de Manaus. Este ano, a Conferência conta com o patrocínio da Petrobras e apoio da Secretaria de Estado da Cultura.

As inscrições já estão abertas. São gratuitas, limitadas e podem ser feitas por meio de formulário próprio, disponível no site http://fibeamanaus.mgt.unm.edu/.

O quê: Conferência FIbea Manaus 2010
Quando: 21 e 22 de setembro
Onde: Palacete Provincial (Praça da Polícia/Centro)
Contato: 9114-3759 / 3584-6770
Entrada Franca

Festribal: a festa dos índios

Eron Bezerra *

O XV Festribal reuniu por uma semana, em São Gabriel da Cachoeira, as 22 etnias “indígenas” que habitam o alto rio negro. Mais de 5 mil pessoas acompanharam com redobrada atenção um desfile da genuína manifestação cultural daquela que é, sem dúvidas, a maior festa indígena do país.

Participei do evento, juntamente com a Deputada Vanessa Grazziotin, a convite das lideranças indígenas da região, de vários vereadores aliados e do prefeito Pedro Garcia, índio Tariano.

O município de São Gabriel da Cachoeira tem aproximadamente 32 mil habitantes, dos quais 85% são indígenas. O município tem como língua oficial o português e mais três línguas co-oficiais – Nheengatu, Tukano e Baniwa – por força da lei 145/2002, aprovada pela Câmara de Vereadores do município.

Na prática essas são as línguas utilizadas pela maioria da população daquela região na comunicação cotidiana. O Nheengatu, por exemplo, é uma espécie de língua geral da Amazônia. Pertence a subfamília tupi-guarani e é falada por mais de 30 mil pessoas, apenas no alto rio negro.

A particularidade do Festribal, aquilo que lhe torna peculiar, não é apenas a magnitude do evento. Sua singularidade reside no fato de que o espetáculo não é uma encenação da cultura indígena e sim uma demonstração ao vivo dessa rica e desconhecida cultura, lamentavelmente desconhecida pela maioria do povo brasileiro.

A disputa central, por uma questão organizativa, ficou restrita a Tukanos e Barés, que procuraram traduzir a cultura de várias outras etnias, como Arapasso, Baniwa, Dessana, Maku, Siriano, Tariana, Yanomami, etc.

Esse aparente caldeirão cultural, todavia, vive em harmonia. E a razão dessa harmonia tem causas objetivas, dentre as quais se pode destacar: demarcação das terras indígenas; respeito às suas manifestações culturais e integração plena do ponto de vista profissional e político dessas etnias.

Essa integração também pode ser mensurada em atos concretos. A maioria dos soldados do exército brasileiro que servem naquela região pertence a alguma dessas etnias. Gestores de órgãos públicos como FUNAI, professores, radialistas e dezenas de outros profissionais igualmente são índios. Sem mencionar que boa parte dos Vereadores e o próprio prefeito são de alguma etnia típica daquela região. Creio que o alto rio negro é um bom laboratório para quem honestamente quer compreender a nem sempre pacifica convivência entre povos e etnias nesse imenso Brasil.

* Engenheiro Agrônomo, Professor da UFAM, Deputado Estadual Licenciado, Secretário de Agricultura do Estado do Amazonas, Membro do CC do PCdoB.

Brasil Sabor 2010

Esse ano o Brasil Sabor, que acontece em 300 cidades brasileiras conta com a participação de São Gabriel. O prato representando a cidade é o Ralo Baniwa.
É um prato de origem índigena, preparado dentro dos moldes da cozinha internacional, mas com toque de cozinha rionegrina contemporânea.

Ralo Baniwa

Onde Provar:

La Cave du Conde
Avenida Brig, Eduardo Gomes, 444- Bairro Boa Esperança
Telefone: 97-3471-1738/8117-6372
São Gabriel da Cachoeira – AM
Terça a Sábado das 19:30h as 23:30h ( Jantar). Para o prato deve ser solicitada reserva antecipada.

Quanto Custa:

R$ 40,00 para 1 pessoa.

Receita:
Ingredientes

Farinha Seca; Castanhas enroladas; Pimenta murupi; cebolinha e coentro; filé de Piraíba; Laranja; Azeite; Sal; Tucupi Preto; Formiga Saúva; Molho Shoyu; Vinagre balsâmico; Cachaça envelhecida; Banana Pacovã Verde; Araçá; Requeijão; Manteiga ( 1 colher).

Modo de preparo

Preparo do Filé: Perfume o filé de piraíba com laranja, sal e azeite. Reserve. Pegue a farinha, castanha, coentro, cebolinha e pimenta murupi e faz uma farofa em frigideira profissional. Faz uma crosta sobre o filé com essa farofa para untar e grelhar. Reserve. Pegue a banana cozida com sal e azeite esmague com o purê, adicione o araçá batido e vai amassando até ficar homogênea todo e finalize acrescentando o requeijão. Pegue o tucupi coloque na panela e coloque a formiga saúva (limpa e higienizada). Montagem do Prato: Pequena porção de purê adicione 1 ou 2 pedaços de filé de piraíba e coloque o molho de tucupi. Pronto para degustação.

Urna de Dom Bosco em São Gabriel

Em Comemoração ao Bicentenário de nascimento de Dom Bosco, que ocorrerá em 2015,  a cidade de São Gabriel da Cachoeira juntamente com a comunidade de Iuaretê irá receber a Urna de Dom Bosco que foi preparada para ser transportada pelo mundo inteiro, sendo 130 países ao longo de cinco anos. Em seguida voltará para a Itália por ocasião do bicentenário da Congregação.

São Gabriel da Cachoeira participará da peregrinação, devido ao trabalho dos salesianos na Amazônia que começou justamente nesta região em 1914. Os salesianos as filhas de Maria Auxiliadora (Irmãs Salesianas) trabalham na região desde 1914. A preparação está sendo concentrada tanto no município como em Iauaretê.  A urna deve chegar ao município na tarde do dia 21, e fica até a metade da tarde do dia 22. Depois regressa para Manaus onde continuará sua peregrinação e por fim será entregue para os salesianos da Bolívia.A programação na cidade será da seguinte forma: no final da tarde, do dia 21, haverá uma carreata vinda do Aeroporto Waupés até a cidade e pela noite haverá uma vigília. No dia 22, pela parte da manhã haverá atividades com as escolas e, às 12:00 hs, haverás uma celebração da eucaristia .A Urna, projetada pelo Arquiteto Gianpiero Zoncu, foi realizada em alumínio, bronze e cristal. Os mestres que realizaram a obra são: Marco Berrone (artífice do ferro), Francesco Boglione (marcheteiro). Os cristais são trabalho da firma Bivetro. A “Fundição Artística De Carli” preparou as ambiências metálicas e a firma Perlaluce cuidou da iluminação.A urna, que contém os restos do braço direito de Dom Bosco, é sustentada por quatro pilares nos quais se gravaram as datas relativas ao bicentenário (1815-2015), o escudo da congregação salesiana e o lema carismático de Dom Bosco: “Dêem-me almas e levem todo o resto”. Os pilares são decorados para os lados da Urna com quadrângulos mostrando semblantes de jovens dos cinco continentes, obra do escultor Gabriele Garbolino. O Rosto de Dom Bosco da Estátua que está na Urna foi reproduzido a partir da máscara que Cellini realizou por ocasião da morte de Dom Bosco. Quem cuida de toda a logística da peregrinação é a empresa Italiana, Roberto Bertoli, juntamente com a Missioni Dom Bosco de Turim.
Fonte: ASSECOM/PMSGC, com informações do Boletim SALESIANO, Ano 59 – nº. 6 Novembro/Dezembro de 2009 e do site: www.dombosconobrasil.com.br

Copa Indígena de Futebol do Amazonas

As seleções dos municípios de Manaus e São Paulo de Olivença abrem a primeira edição da Copa Indígena de Futebol do Amazonas, a ser disputada de 30 de novembro a 6 de dezembro, simultaneamente à realização do Fórum Amazonas Indígena (Forind). A abertura e as fases finais vão ser no estádio Vivaldo Lima, mas também haverão jogos nos campos da Uninilton Lins e Ulbra. A idealizadora do projeto é a Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind) e apoio da Secretaria de Juventude, Desporto e Lazer (Sejel).

Dez seleções estão confirmadas na Copa Indígena, que terá três fases: eliminatória, semifinal e final. Cada município participante poderá inscrever até 17 atletas e três coordenadores. O torneio foi dividido em duas chaves. Na chave A estão Tabatinga, São Paulo de Olivença, Autazes, Manaus e Santo Antônio do Içá. A chave B é composta por Benjamin Constant, São Gabriel da Cachoeira, Nhamundá, Barreirinha e Borba.

A Copa Indígena serve de prévia para os Jogos Indígenas do Amazonas (Jieam), confirmados pela Seind para a segunda quinzena de fevereiro de 2010, e é um dos eventos oficiais que irão encerrar as atividades do “velho Vivaldão” para a Copa de 2014.

Jogos Indígenas no Amazonas

Começa em fevereiro de 2010, em Manaus, a primeira edição dos Jogos Indígenas do Amazonas (JIAM), evento do qual participarão os 40 povos do Estado em 19 modalidades esportivas e participação de mais de mil indígenas, organizado pelas Secretarias para os Povos Indígenas (Seind) e a Secretaria de Esporte, Juventude e Lazer (Sejel).

Além das 19 modalidades esportivas, durante o 1° JIAM será realizada uma feira de artesanato indígena, com produtos vindos dos quatro cantos do Estado; além de eventos culturais como cantos, danças e a apresentação de rituais. Essas atividades viabilizarão as diversas alternativas de renda para todos os envolvidos.

“Tem muito problema de droga e alcoolismo, principalmente na fronteira, por isso os Jogos terão esse apelo social”, observou o titular da Seind, Jecinaldo Sateré. Durante os seminários, que também farão parte do 1° JIAM, vão ser debatidos temas relevantes como drogas, mudanças climáticas e projetos de desenvolvimento sustentável para as populações indígenas.

Livro: Comidas Indígenas do Alto Rio Negro

Comidas Indígenas do Alto Rio Negro é o resultado do esforço de mulheres indígenas e de pesquisadores para promover a soberania alimentar das populações tradicionais que vivem nessa região do noroeste amazônico. É um registro histórico-cultural em busca da soberania alimentar das populações tradicionais de São Gabriel da Cachoeira.

Fruto de uma pesquisa realizada entre 2005 e 2007 por pesquisadores e lideranças femininas indígenas, o livro Comidas Indígenas do Alto Rio Negro dá água na boca do começo ao fim. Seja pela descrição das tradições alimentares do município de São Gabriel da Cachoeira, na região do Alto Rio Negro, no noroeste amazônico, pela sinceridade dos depoimentos das mulheres, por seu histórico de vida ou por suas receitas, os textos fluem com tanta facilidade que é difícil parar de ler. Especialmente para quem não conhece iguarias indígenas como quinhapira de peixe, cozido de paca, mingau de banana madura ou caribé de massoca, temperadas com pimenta jiquitaia, e nem sabe como e de que são feitas.

Capa do livro

Capa do livro

Na página de apresentação, a antropóloga Luiza Garnelo, organizadora da publicação ao lado de Gilda Barreto Baré, explica que a escolha do tema deveu-se a uma demanda das mulheres indígenas da região de São Gabriel da Cachoeira, preocupadas com o alto preço dos alimentos industrializados e com a falta de acesso das famílias a eles, e com a crescente substituição das comidas tradicionais por outras de baixo teor de nutricional. Ricamente ilustrado, Comidas Indígenas do Alto Rio Negro traz receitas tradicionais das mulheres indígenas da cidade de São Gabriel da Cachoeira e de algumas aldeias Baniwa. As receitas baniwa, por sinal, estão em português e em língua baniwa.

O esforço das mulheres indígenas e dos pesquisadores em busca da soberania alimentar das populações tradicionais que vivem no município de São Gabriel resultou neste registro histórico-cultural de práticas alimentares diretamente relacionadas ao seu modo de vida. As mulheres passaram a comercializar com sucesso esses pratos tradicionais em festas e eventos na cidade de São Gabriel e por meio de suas associações, estão elaborando projetos para financiar novas iniciativas tais como a organização de uma cozinha comunitária e a introdução da culin[ária tradicional no cardápio da merenda escolar das escolas de ensino fundamental do município.

Comidas Indígenas do Alto Rio Negro é uma publicação do Centro de Pesquisas Leônidas e Maria Deane, unidade da Fundação Oswaldo Cruz na Amazônia, com apoio da Universidade Federal do Amazonas e da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn). Pode ser adquirido na unidade da Fiocruz em Manaus ou no Rio de Janeiro.

Fonte: ISA, Instituto Socioambiental.

Omar e ministro inauguram ponte e firmam parceria para novo porto de São Gabriel

O vice-governador do Amazonas, Omar Aziz, e o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, inauguraram na manhã da segunda-feria, dia 28 de setembro, uma ponte em São Gabriel da Cachoeira, na região do Alto Rio Negro, distante 858 quilômetros em linha reta de Manaus. Na ocasião, Omar e Alfredo aproveitaram para discutir detalhes do projeto do novo porto do município, que será construído numa parceria entre os governos federal e estadual.

“O novo porto vai contar com ampla estrutura para passageiros e atracação de barcos e servirá para atender a movimentação de pessoas e produtos para as comunidades rurais e de países fronteiriços, como a Venezuela e Colômbia”, disse Omar, enfatizando que a licitação já está sendo realizada pelo estado, com previsão do início das obras já no mês de outubro.

Segundo o ministro Alfredo Nascimento, a parceria com o governo estadual envolve, ainda, a construção de outros 19 novos portos no interior do Amazonas, todos, atualmente, objeto de licitação por parte da Secretaria de Infra-estrutura. “Os investimentos no novo porto de São Gabriel serão da ordem de R$13 milhões, e esperamos entregá-lo à população em outubro do ano que vem”, afirmou o ministro.

O novo porto de São Gabriel terá uma estrutura composta por cais flutuante de 62 metros, ponte metálica de 20 metros, rampa de concreto, terminal de passageiros com lojas, fábrica de gelo e frigorífico. De acordo com Omar, a idéia é aproveitar as instalações locais para a implantação de um PAC (Pronto-Atendimento ao Cidadão), para atendimento à população que procura o acesso a serviços do estado, como a retirada de documentos e pagamentos de tributos.

Ponte e estrada

A ponte Sargento Laércio tem dezoito metros de puro concreto, e fica sob o igarapé da Cachoeirinha, na rodovia BR 307, que liga São Gabriel da Cachoeira ao aeroporto e a diversas comunidades rurais. Trata-se, segundo Alfredo Nascimento, de uma ponte estratégica já que permitirá o acesso seguro de bens, serviços e pessoas a cidades fronteiriças da Venezuela e Colômbia.

A cerimônia de inauguração contou, ainda, com a presença do vice-governador Omar Aziz, além dos secretários de Governo, José Melo, da secretaria do Índio, Jecinaldo Saterê, entre outras autoridades civis e militares. A ponte foi construída pelo Exército Brasileiro, que também ficará encarregado de recuperar os 204 quilÃ?metros da BR 307, uma antiga reivindicação da população de São Gabriel. Na ponte e na estrada, os investimentos são de cerca de R$ 30 milhões.

fonte: AGECOM (Governo do Amazonas)

Esquadrilha da fumaça no cenário perfeito

No dia 7 de outubro de 2008 a esquadrilha da fumaça realizou uma bela apresentação na cidade de São Gabriel.

“fizemos a apresentação sobre a lindíssima cidade de São Gabriel da Cachoeira, o Rio Negro com sua praia compunha uma paisagem fantástica para a apresentação”

Irei reproduzir as fotos postadas no blog da missão Brasil Equador que iniciou no dia 02 de outubro e terminou no dia 16 onde foram realizadas 6 apresentações.

Flexa em São Gabriel

Flexa em São Gabriel

Espelho em São Gabriel

Espelho em São Gabriel

Fotos: http://esquadrilhadafumaca.com.br/mercosul_2008/