Anac autoriza nova empresa a realizar voos na Região Norte do Brasil

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a empresa MAP Linhas Aéreas a operar comercialmente na Região Norte do Brasil e, segundo nota de empresa, o voos devem começar na segunda quinzena do mês de setembro, ligando as cidades de Manaus, Lábrea e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e Porto Velho, em Rondônia.

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Para a primeira etapa das operações, a MAP Linhas Aéreas vai utilizar aviões de produção francesa ATR 42, com espaço para 46 passageiros. Segundo o gerente comercial da empresa, Marconi Chagas, em breve, serão informados as datas, horários dos voos, tarifas e formas de pagamento de passagem, porém, garantiu que a MAP vai estar em todas as agências de viagem e vai possuir vendas na Internet.

A expectativa da empresa é que ainda neste ano a MAP começa a realizar voos para cidades localizadas na região Oeste do Amazonas.

Home: http://voemap.com.br/

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ENTREVISTA – GILBERTO MARTINS

ENTREVISTA – GILBERTO MARTINS

Blog Alto Rio Negro: Candidato, conte um pouco sobre sua experiência política.
Gilberto Martins – Disputei a eleição de 1985 como candidato a prefeito de São Gabriel, tão logo o Munícipio deixou de ser área de segurança nacional. Em 1.992 fui eleito vereador de Manaus e exerci o mandato completo até 1996.Em 2008 disputei a eleição como candidato a vice-prefeito.

Blog Alto Rio Negro: Quais suas principais propostas para São Gabriel?
Gilberto Martins – Minha convicção é que a cidade precisa traçar um norte para se desenvolver, tipo   criar um “Fórum Mostrar Caminhos”, e debater com a sociedade organizada meios de sobrevivência ,levando em consideração um plano de metas a curto, médio e longo prazo. Criar um novo modelo de economia  focando nas nossas vocações  com capacitação profissional de jovens e geração de empregos.Apostar no setor primário,no artesanato.Arborizar a cidade,torna-la mais humana com a construção de áreas de lazer,investir numa nova orla desde a Ponta do Cururcuí,passando pela criação do Pier do Jaú até a Praia Grande entre as academias ao ar livre e muitas outras que se fossemos  enumerá-las precisaríamos de um espaço maior.

Blog Alto Rio Negro: Existe algum governo no mundo, hoje, que pode ser considerado um modelo?
Gilberto Martins – Seria utopia fazer relação com alguma cidade do mundo e implantar aqui,uma vez que prá nós falta de um tudo:saneamento,saúde básica,agua tratada,moradia digna,alimentação,assistência social etc.Mas podemos aproveitar o que já foi feito e desenvolver   modelo próprio,amazônico,com bons parques,muitas arvores,boas praças num ambiente bem nosso,bem verde.Agora,tudo pode ser feito com transparência do dinheiro público,com acesso imediato de como o recurso está sendo aplicado.

Blog Alto Rio Negro: Qual livro esta lendo ou qual foi o último que leu?
Gilberto Martins – To lendo A Ponte, Vida e Ascensão de Barack Obama, reli Quem Mexeu No Meu Queijo eli também Pontos de Decisão,de George W.Bush

Blog Alto Rio Negro: Como se informa no dia-a-dia? Jornais, revistas, internet?
Gilberto Martins – Jornais,infalível;internet,revistas as vezes.

Situação do Registro
APTO
(Deferido)
Registro de Candidatura - Prefeito (SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA / AM)
Nome para urna eletrônica: GILBERTO MARTINS Número: 45
Nome completo: SEBASTIÃO GILBERTO DOS SANTOS MARTINS Sexo: Masculino
Data de nascimento: 08/12/1950 Estado civil: Casado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata Naturalidade: SANTA ISABEL DO PARÁ / PA
Grau de instrução: Superior completo Ocupação: Jornalista e Redator
Endereço do site do candidato:

Partido: Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB – (45)
Coligação: NOVA SÃO GABRIEL, A CIDADE DE TODOS
Composição da coligação: PR / PSDB
No. processo: 139-55.2012.6.04.0019 No. protocolo: 234702012
CNPJ de campanha: 15.994.099/0001-61 Limite de gastos: Sobre limite de gastos de campanha 500.000,00

Partido Verde lança candidatura própria à prefeitura de São Gabriel da Cachoeira (AM)

O Diretório Municipal do Partido Verde de São Gabriel da Cachoeira (município a 852 quilômetros de Manaus), em convenção neste final de semana, apresentou sua candidatura própria. Anunciou o nome de André Baniwa, à prefeitura, e de Miguel Baré, a vice, além de homologarem a participação de sete candidatos ao cargo de vereador.

André Baniwa avaliou sobre a situação que passa o município, defendendo propostas do partido. Disse que a sua missão maior será provar que “índio sabe governar”.

“Sou mais indígena e vamos falar muito sobre este povo durante a eleição. Vamos lutar em prol do crescimento de São Gabriel, valorizando o povo, suas culturas e costumes, que são a maior riqueza do município”, declarou.

Os candidatos a vereadores fizeram discursos defendendo o programa do Partido Verde para São Gabriel da Cachoeira e declaram compromissos para lutar por direitos indígenas e cidadãos grabrielenses, destacando-se o direito da mulher pelas candidatas.

Amazonas tem 59 ex-prefeitos inelegíveis

Cinquenta e nove ex-prefeitos de municípios do interior do Amazonas fazem parte da lista de gestores com contas reprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que foi entregue, ontem, à presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia. A relação servirá de base para o Ministério Público Eleitoral (MPE) contestar registros de candidaturas.

Segundo a Lei de Inelegibilidades, não podem concorrer à eleição os que tiverem as contas rejeitadas por irregularidade insanável e que configure ato doloso de improbidade administrativa, por decisão irrecorrível. Essas pessoas não podem se candidatar nas eleições que se realizarem nos oito anos seguintes à data da condenação.

Os ex-prefeitos de São Gabriel da Cachoeira Amilton Gadelha e Raimundo Quirino estão na lista.

Tarianas do AM são primeiras enfermeiras indígenas

“Quando eles dizem que está doendo o coração, na verdade, estão se referindo ao estômago. Quando é dor no coração mesmo, eles apontam o peito”. É assim, com a propriedade de quem tem conhecimento sobre a língua e a cultura de seu povo, que a recém-formada em Enfermagem pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Maria Rosineite Feitoza, 39, quer dar sua contribuição ao atendimento à saúde indígena na região do Alto Rio Negro. Já Eufélia Lima, 26, quer quebrar paradigmas. “Estamos mudando o estigma de que o indígena, quando se forma nunca volta para a comunidade. Esta é a nossa oportunidade de mostrar que o indígena pode fazer um trabalho diferente nas comunidades. Acho que a palavra é compromisso”, diz Eufélia. Ambas partilham a vontade de aliar o conhecimento que adquiriram na graduação durante quatro anos à vivência anterior, quando uma trabalhava como técnica de enfermagem e outra atuava como auxiliar de odontologia. Maria Rosineide Feitoza e Eufélia Lima são as primeiras recém-graduadas indígenas em Enfermagem pela UEA – e, provavelmente, do Estado do Amazonas. Ambas são da etnia tariana. Em Manaus Durante quase cinco anos viveram em Manaus, no período da graduação, mas em dezembro retornaram à sua cidade natal, São Gabriel da Cachoeira, onde já estão trabalhando como enfermeiras e funcionárias do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) do Alto Rio Negro, órgão vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Governo Federal. No mês passado vieram novamente a Manaus, desta vez para participar da colação de grau. No retorno à sua terra de origem, as duas se depararam com o orgulho de parentes indígenas, mas também notaram um clima de grande expectativa. “A nossa responsabilidade aumentou, mas agora podemos mostrar que indígena também tem capacidade”, diz Eufélia. Etnia soma 2 mil pessoas que vivem no Alto Rio Negro. Juramento na língua mãe Aos 39 anos, Maria Rosineide Feitoza entrou na faculdade em 2007. Ela já tinha experiência como técnica em enfermagem, atuando como funcionária da Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira. Embora tenha nascido na sede do município, a família é natural de Uruguara, no rio Uaupés, onde se concentra a maioria da população da etnia tariana. O ingresso na faculdade aconteceu em 2007. “Eu já era técnica em enfermagem, mas sentia necessidade de aprender mais. Sempre gostei da área. Agora, retornando para o Alto Rio Negro, a gente volta com mais responsabilidade porque as pessoas apostam no nosso trabalho”, comenta. No juramento durante a colação de grau, ela fez questão de responder ao juramento em Tukano oriental. “Tothá Weotí”, declara. Desde que assumiu, no final de 2011, a função de enfermeira no Pólo Caruru do rio Tiquié, Maria Rosineide já visitou várias comunidades e sentiu o “orgulho” dos outros indígenas e a empolgação dos mais jovens. Maria Rosineide também atribui o conhecimento na língua tukano o grande diferencial de seu trabalho em relação aos outros profissionais, bem como a disponibilidade e a familiaridade com os costumes das comunidades. “Acho que isto facilita a comunicação. A maioria dos indígenas não entende o português”, explica. Outro costume que muitos profissionais não compreendem, segundo a enfermeira, é o ritual pré-parto que as grávidas realizam. “Tem cultura que sempre faz esse ritual, mas o profissional de saúde não consegue entender”, diz. Os índios da etnia Tariana estão estimados em 2 mil pessoas no território brasileiro (há índios desta etnia que vivem na Colômbia), segundo dados de 2008 da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). A maioria da população vive às margens do rio Uuapés, afluente do Negro. A língua tariana é de origem aruak, embora a maioria fale o tukano oriental (que envolve 16 línguas). Indígenas de outras etnias do Alto Rio Negro também falam tukano oriental, como os Pira-tapuia, os Tuiuca e os Dessana. O Distrito de Iauretê é considerado um grande centro de ocupação tradicional dos tariano, com aproximadamente três mil pessoas de diferentes etnias. No local estão missionários salesianos e um pelotão de fronteira do exército construído nos anos 80 pelo projeto Calha Norte. Na região está localizada a Cachoeira de Iauaretê (ou Cachoeira da Onça), banhada pelos rios Uaupés e Papuri, que em 2006 foi tombada como patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), devido à sua relevância sagrada para os povos indígenas.

Exército muda o comando de Região Militar do Norte

Manaus – Após dois anos no Comando da 12ª Região Militar (12ªRM), o General Luiz Alberto Martins Bringel passou o Comando ao General Theóphilo Gaspar de Oliveira, às 16h desta quarta-feira (25).

O General Bringel, que deixou o Comando para assumir a Assessoria de Planejamento do Departamento Geral de Pessoal (DGP), em Brasília, afirmou que a principal dificuldade da 12ªRM é questão logística.

“A nossa principal dificuldade é o apoio logístico, ou seja, comida, vida, saúde, munição, transporte, é tudo. Vocês, que são daqui, podem avaliar o que é levar tudo pra esse ‘mundão'”, disse.

O General aproveitou para enfatizar as ações em Tabatinga e São Gabriel da Cachoeira, onde o exército mantém 2 hospitais para atender a população. “Convido a vocês irem lá pra ver o que é um serviço humanitário realizado pelo exército, são os homens que estão lá, em condições adversas, que prestam apoio à população indígena, independente dos obstáculos”, ressaltou.

Para novo comandante, General Theóphilo, a meta é dar continuidade ao trabalho, otimizando a logística do Comando, e implantar o Sistema de Monitoramento das Fronteira.

“A cada ano o desafio é maior. O exército tem agora o a intenção de implantar o Sistema de Monitoramento das Fronteira (Sisfron) que vai dobrar os nossos pelotões especiais de fronteiras. Por isso, o apoio logístico da 12ªRM vai dobrar  os esforços para vivificar fronteiras e dar segurança à população”, afirmou.

O Gen. Theóphilo afimou que, durante o biênio, o maior parceiro do exército precisa ser o governo. ” O governo sempre nos apoia nas nossas ações. Agora precisaremos dele mais ainda para que consigamos atender nossa equipe nas fronteiras e interior”, destacou.

O Comando da 12ª RM é uma Organização Militar, integrante do Comando Militar da Amazônia (CMA), e é responsável pelo planejamento e execução logística de toda Amazônia Ocidental, englobando os Estados do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia, sendo considerada a maior área de abrangência do Exército Brasileiro, dentre as doze Regiões Militares.

Fonte: D24AM

Prefeitos do interior do Amazonas apostam nas candidaturas dos vices

Os que não podem se reeleger apostam em sucessores no comando das prefeituras e prometem apoiar seus vices. Outros trabalham pela reeleição.

Manaus – A nove meses das eleições municipais, prefeitos do interior do Estado, e candidatos à administração, já intensificam o processo de decisão sobre candidaturas e as articulações em busca de apoio. Os que não podem se reeleger apostam em sucessores no comando das prefeituras e prometem apoiar seus vices. Outros trabalham pela reeleição.

O prefeito de Parintins, Bi Garcia (PSDB), que está em seu segundo mandato, afirmou que vai apoiar o vice dele Messias Cursino (PDT). “Estamos apostando na eleição dele, principalmente pelo trabalho que desenvolvemos no município”, afirmou.

Outro que aposta em deixar um sucessor é o prefeito de Rio Preto da Eva, Fullvio Pinto (PPS), que afirmou que apoiará seu vice, Manoel Paixão (PSD).

A prefeita da cidade de Ipixuna, Ana Maria Farias (DEM), também vai adotar a estratégia, mas deve apoiar o ex-prefeito, David Farias de Oliveira (PSD), nas eleições deste ano. Oliveira é sobrinho dela e está otimista quanto ao resultado do pleito. “Vamos ganhar a eleição, vamos ganhar!” afirmou.

A prefeita de Santa Izabel do Rio Negro (PSD) vai tentar a reeleição e garante que vai contar com o apoio de Omar.

Os prefeitos de Anamã, Uarini, Codajás e Autazes também devem tentar se reeleger em seus municípios.

O prefeito de Benjamin Constant, José Maria Freitas Júnior (PR), disse que não pretende se reeleger e vai apoiar o vice dele, David Bermeguy. Segundo assessores do prefeito, ele cansou da vida pública.

Tabira Ferreira (PSD), prefeito do município de Juruá, afirmou que não é candidato à reeleição, mas não entrou em detalhes sobre as eleições no município.

Em Manacapuru, o prefeito Edson Bessa (PMDB) disse que também pretende a reeleição com o apoio do governo. “Agora que voltei, vamos trabalhar para continuar na prefeitura”, disse.

O prefeito de São Gabriel da Cachoeira, Pedro Garcia (PT), afirmou que vai tentar se reeleger no município e pretende ter o apoio do governo. “Vamos pedir, tentar não custa nada”, afirmou.

O prefeito de Iranduba, Nonato Lopes (PMDB), já está no seu segundo mandato e não pode se reeleger, mas deve apoiar um dos nove candidatos do município. “O que tiver mais chances de ganhar, eu apoio”, disse Lopes. Apesar do argumento, o prefeito estava na companhia do vereador Paulo Bandeira, um dos  candidatos no município.

O prefeito de Manaquiri, Jair Souto (PMDB), também vai apoiar o vice dele, Sidnei Reis.

Fonte: D24am.com

Viajar de avião no Amazonas sai mais caro do que ir a algumas cidades do Sul e Nordeste

Já definiu em que cidade brasileira vai passar as festas de final de ano ou mesmo as férias dezembro? Para alguns manauaras, o desejo de estar junto a amigos e familiares pode facilmente vir a  esbarrar no orçamento familiar. Embora não pareça, viajar para alguns municípios do interior do Estado sai mais caro do que ir ao  Sudeste e Nordeste do País. Investindo um pouco mais é possível fazer uma viagem para o exterior.

De acordo com a agência Paradise Turismo, os bilhetes para São Paulo (ida e volta) no período de 20 de dezembro a 3 de janeiro  saem por R$ 930. Para Fortaleza e Rio de Janeiro, no mesmo período, a tarifa sai em média R$ 1.300.

Diante destes valores, segundo a agência, ir para São Gabriel da Cachoeira  (a 858 quilômetros de Manaus) não é uma boa pedida, já que somente a Trip faz vôos dentro do Estado, e a passagem, com dois meses de antecedência, custa em torno de R$ 2 mil (ida e volta). Gastando pouco mais que o dobro em bilhetes, o consumidor passa o Natal e o Ano Novo (mesmo período acima pesquisado) em Miami pagando aproximadamente R$ 4.800.

A recomendação do empresário da Tucunaré Turismo, Jorge Abrahão, é que o consumidor defina o destino de sua viagem e compre as passagens o quanto antes, assim gastará menos. O inverso também é fato: quanto mais perto da data que se pretende viajar, mais alta será a cobrança da tarifa. “Em datas comemorativas, as passagens costumam subir ainda mais, por isso é bom programar a viagem de final de ano ainda este mês”.

Via Internet

No site da Trip a passagem para São Gabriel da Cachoeira para o dia 20 de dezembro custa R$ 659,90 (somente ida). Para Eirunepé (a 1.245 quilômetros de Manaus) só há voos em dezembro no dia 18 com bilhetes que custam R$ 619,80 e R$ 699,90, e um dia depois do Natal (26) no valor de R$ 475,90.

No endereço eletrônico Voe Gol, o consumidor pagará aproximadamente R$ 750 para deixar Manaus no dia 20 de dezembro rumo a Fortaleza ou Natal. Para São Paulo a média dos bilhetes de ida pela Gol é de R$ 900.

Pela companhia TAM vôos internacionais como o trecho direto de Manaus-Miami os bilhetes custam em média R$ 4.600 por pessoa (ida e volta), isso no período de 20 de dezembro a 5 de janeiro.

* valores foram cotados na última semana.

Fonte: A Crítica.com
http://acritica.uol.com.br

Simpósio discute criação de uma universidade Indígena no interior do Amazonas

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro (FOIRN), com o patrocínio da Unesco, realizaram no município de São Gabriel da Cachoeira o I Simpósio Internacional “Diálogos Interculturais na Fronteira Panamazônica”.

O objetivo principal do encontro era a discussão de princípios e parâmetros para a construção de uma universidade indígena no Alto Rio Negro, além de conhecer as experiências de projetos de universidades indígenas dos países latino americanos, refletir sobre a importância da autodeterminação indígena no Rio Negro, divulgar os trabalhos de pesquisa sobre questão indígena na Amazônia desenvolvido pelos indígenas e não-indígenas e propor a construção do Conselho de Ética Indígena Deliberativo para projetos e pesquisas científicas da FOIRN.

Mesas redondas, palestras, apresentações indígenas e artísticas fizeram parte da programação do evento que contou com a presença de lideranças indígenas, conhecedores da cultura das etnias da região, professores e alunos de escolas públicas estaduais e municipais do Alto Rio Negro, organizações indígenas, centros tecnológicos e pesquisadores indígenas de diversas áreas.

Créditos: WALLACE ABREU / A Crítica

Ex-prefeito de São Gabriel da Cachoeira recebe condenação milionária do TCU

Fonte: Jornal A Crítica

O ex-prefeito de São Gabriel da Cachoeira (AM), Amilton Bezerra Gadelha, foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a devolver a quantia de R$ 3.796.865,59, valor atualizado, à Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Segundo o TCU, o ex-prefeito não comprovou a regular aplicação dos recursos repassados ao município para desenvolvimento, implantação e execução de ações do sistema de assistência à saúde da população indígena em todo o território do Distrito Sanitário Especial Indígena do Rio Negro.

O tribunal identificou irregularidades como divergências entre a relação de pagamentos e os extratos bancários e falhas em licitações.

O responsável também foi multado em R$ 10 mil. O valor deverá ser recolhido aos cofres do Tesouro Nacional.

Uma cópia da decisão foi enviada à Procuradoria da República no Estado do Amazonas. O ministro-substituto Augusto Sherman Cavalcanti foi o relator do processo, e ainda cabe recurso da decisão.